quinta-feira, 12 de setembro de 2013

O canto da desliberdade

Ouvindo galinhas d'agua
Enquanto o rei nao clara
Na solidao dos sons
A minha realidade clara
Nao ver em tudo o todo
Nao sentir do nada o tudo
Da solidao da luz noturna
Amarela no poste contida
Uma doucura de noite em claro
A manha esta batendo o fato
Que em mim so falta o claro
Os que nao voam ja cantam
Mas de todas as musicas
Que na noite escuto
Tanto tentando de tudo
Nao durmo...
Nem com as putas

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